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Conhecidos como os musgos verdadeiros.
Pertencem à Divisão Bryophyta.
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Imagem de uma musgo verdadeiro - Classe
Bryidae
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- As células do protonema ocorrem
em uma camada simples, com ramificações que lembram
algas verdes filamentosas.
- Nos musgos verdadeiros, o gametófito é folhoso e
geralmente ereto.
- Os filídios se dispõem de forma espiralada ao redor
do caulídio, em gametófitos adultos.
- Os gametófitos de musgos variam de 0,5 mm a 50 cm ou mais
de comprimento.
- Todos apresentam rizóides multicelulares.
- O caulídio apresenta uma única camada de células
(espessura), exceto na região da costa (ausente em alguns
gêneros).
- Alguns musgos apresentam um filamento central com células
especializadas na condução de água, os hidróides.
- Hidróides são células alongadas, com paredes
delgadas e altamente permeáveis à água. Ausência
de protoplasto vivo.
- Alguns gêneros de musgos apresentam elementos crivados (células
condutoras de alimentos). Estas dispõe-se ao redor dos hidróides.
Lembram as células condutoras de plantas vasculares sem sementes
(pteridófitas).
- Ao contrário dos hidróides, os elementos de tubo
crivado apresentam cloroplastos quando adultos.
- Os anterídios são protegidos dentro de estruturas
folhosas chamadas rosetas.
- Anterozóides dispersados por água (chuva, orvalho).
Insetos também podem carregar água com anterozóides
de planta para planta. Dispersão muito eficiente.
- Existem dois padrões de crescimento para os gametófitos:
1- ereto e sem ramificações. Geralmente esporófitos
terminais;
2- rastejantes, ramificados, formando pinas (pinados). Esporófitos
laterais.
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Os esporófitos
(cápsula que contém os esporos) das briófitas
nascem sobre os gametófitos (estrutura que contém
os rizóides, caulídios e filídios). |
- Podem ser monóicos ou dióicos,
dependendo da espécie.
- Os esporófitos nascem sobre os gametófitos.
- O esporogônio ou cápsula forma-se na extremidade
de uma seta ou haste.
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Detalhe das cápsulas
na extremidade das hastes (ou setas). |
- Células de esporófitos geralmente apresentam cloroplastos
(fazem fotossíntese). Entretanto, perdem esta capacidade
à medida que amadurecem.
- Sua coloração anteriormente verde, passa a ser castanha.
- Caliptra: estrutura protetora que recobre a cápsula.
- Antes da liberação dos esporos, a caliptra cai.
- Em seguida, o opérculo ou “tampa” da cápsula
explode para a liberação dos esporos.
- Quando o opérculo é liberado, torna-se visível
o peristômio, anel de dentes que cerca a abertura da cápsula.
Ausente nas outras classes de musgos.
- O movimento dos dentes do peristômio de acordo com a umidade
do ar, fazem a dispersão gradual dos esporos.
- Cada cápsula pode conter até 50 milhões de
esporos haplóides.
- Reprodução sexuada pela emissão de gemas
ou por fragmentação.
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