Segundo o físico
inglês Isaac Newton, que decompôs a luz em um espectro
de cores visíveis ao deixá-la atravessar um prisma,
a luz branca é constituída de diferentes cores,
abrangendo desde o violeta em uma das extremidades do espectro,
até o vermelho na outra extremidade. A separação
é possível porque a luz de cores diferentes é
desviada em ângulos diferentes ao passar por um prisma.
(Raven, 1996)
Já no
século 19, o físico britânico James Clerk
Maxwell, estabeleceu que aquilo que conhecemos como luz nada mais
é do que uma pequena parte de um amplo espectro de radiações,
o espectro eletromagnético. Como Maxwell demonstrou, todas
as radiações integrantes deste espectro propagam-se
como ondas. Os comprimentos de onda variam desde aqueles dos raios
X, que são medidos em nanômetros, até aqueles
de baixa freqüência como os das ondas de rádio,
que são medidos em quilômetros. Quanto mais curto
o comprimento de onda, maior é a sua energia. Dentro do
espectro de luz visível, o vermelho é o comprimento
de onda mais longo e o violeta o mais curto. (Raven, 1996)
A luz visível
é a radiação eletromagnética dos comprimentos
de onda de 400 até 700nm, que é uma pequena parte
do espectro eletromagnético. (Lehninger, 1995)
Em 1905, Albert
Eintein propôs o modelo corpuscular da luz, no qual a luz
é constituída por partículas de energia denominadas
fótons ou quanta de luz. A energia de um fóton não
é a mesma para todos os comprimentos de luz, mas é
inversamente proporcional ao comprimento de onda, ou seja, quanto
maior o comprimento de onda, menor a energia. Por exemplo, os
fótons da luz violeta tem quase o dobro da energia dos
fótons da luz vermelha. (Raven, 1996)