Ao contrário do que fiz em minhas
primeiras tentativas, deve-se tirar a orquídea do vaso e
envolver as raízes com substrato e tudo com um pano fino.
O melhor é gaze (é, aquela que se usa em curativos),
que tem a trama dos fios bem aberta. Compre um rolo, usado para
grandes curativos. Uma vez envolvida pela gaze, amarre tudo no tronco,
deixando a muda na vertical.
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Orquídea Phalaenopsis
plantada em um tronco, fixa com gaze juntamente com o subtrato.
Para reter mais umidade, observe a presença de musgo
esfagno.
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Orquídea Oncidium plantada
em um tronco, fixada com gaze juntamente com o subtrato. Para
reter mais umidade, observe a presença de musgo esfagno.
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Desta maneira a orquídea não
vai sofrer muito com a transição, pois ainda está
envolvida pelo substrato, suas raízes não ficam expostas
e é muito mais fácil manter a umidade. As regas devem
ser constantes (sempre que o substrato estiver seco). A frequencia
vai depender da rapidez que o substrato seca. Se você deixar
o substrato secar às vezes, tudo bem, ela vai crescer, mesmo
que seja um pouco mais lentamente. Eu mesma vario um pouco a freqüência
das regas. Se estou em casa e disponível, rego mais de uma
vez por dia. Mas se viajo, fico 2 ou 3 dias fora, às vezes
um pouco mais, elas agüentam muito bem.
Dica: coloque dentro da trouxa da gaze um
pouco de musgo esphagno. Saiba
mais.
E depois, observe. O primeiro sinal de que
as coisas estão indo bem, é o surgimento de novas
raízes. Você sabe que elas estão saudáveis
se a ponta estiver bem verde. Como o sistema radicular está
envolvido pelo substrato, muitas vezes você conseguirá
ver poucas raízes. Mas muitas estarão escondidas no
substrato, já se fixando no tronco.
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Orquídea Oncidium
plantada em um tronco, fixa com gaze juntamente com o subtrato.
Observe a presença de raízes novas, cujas pontas
são bem verdes. Elas crescem pelos sulcos da madeira,
fixando-se.
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